sexta-feira, 29 de junho de 2018

RESENHA: Serafina e a Capa Preta


Editora: Valentina
Autor: Robert Beatty
Gênero: Fantasia
Páginas: 238

SinopseSerafina nunca teve motivos para desobedecer ao seu pai e se aventurar além da Mansão Biltmore. Há espaço de sobra para ser explorado naquela casa imensa, embora ela precise tomar cuidado para jamais ser vista. Nenhum dos ricaços lá de cima sabe da existência de Serafina; ela e o pai, o responsável pela manutenção das máquinas, moram secretamente no porão desde que a garota se entende por gente. Mas quando as crianças da propriedade começam a desaparecer, somente Serafina sabe quem é o culpado: um homem aterrorizante, vestido com uma capa preta, que espreita pelos corredores de Biltmore à noite. Após ela própria ter conseguido – depois de uma incrível disputa de habilidades – escapar do vilão, Serafina arriscará tudo ao unir forças com Braeden Vanderbilt, o jovem sobrinho dos donos de Biltmore. Braeden e Serafina deverão descobrir a verdadeira identidade do Homem da Capa Preta antes que todas as crianças...
A busca de Serafina a levará ao interior da mesma floresta que tanto aprendeu a temer. Lá, descobrirá um esquecido legado de magia, que tem relação com a sua própria origem. Para salvar as crianças, Serafina deverá procurar as respostas que solucionarão o quebra-cabeça do seu passado.

Serafina mora no porão da mansão Biltomre com o pai e ninguém lá sabe de sua existência. As regras impostas pelo pai são levadas a sério por ela, até o momento em que crianças começam a sumir misteriosamente e Serafina intrigada começa a investigar. Neste ínterim ela faz amizade com o jovem Vanderblit, sobrinho dos donos da mansão. Juntos eles tentam descobrir o que está aontecendo e investigam sorrateiramente todos os convidados da mansão.
Essa busca leva Serafina ao interior da floresta, a qual era proibida de entrar pelo seu pai que dizia que ela era amaldiçoada. Porém, por uma circunstância ela se vê dentro da floresta e uma vez lá dentro ela começa a descobrir os mistérios que ela guarda e os mistérios acerca de sua própria vida.
Eu simplesmente amei esse livro, me cativou de início a fim. A forma como o autor conduz a narrativa é cativante e fluída, instigando o leitor a se envolver em todas as questões que cercam a vida de Serafina.

Nota: 5/5 (favoritado)

Quer ler este livro: Acesse aqui pelo meu link da Amazon: https://www.amazon.com.br/gp/search/ref=as_li_qf_sp_sr_tl?ie=UTF8&tag=dant08-20&keywords=serafina e a capa preta&index=aps&camp=1789&creative=9325&linkCode=ur2&linkId=1bd3c462e38a83de07b3d4d76a83efc6



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Snowy, meu livro

Olá pessoal!!!!

Hoje venho bem feliz dar boas notícias!!!! O livro que escrevi um tempinho atrás finalmente foi publicado hoje na Amazon no formato ebook para o Kindle!

E qual a sensação, você deve estar se perguntando... Ainda não sei explicar, é aquela de "é isso mesmo? E agora, será que as pessoas vão gostar"?
Acho que é normal bater essas dúvidas e tantas outras, porém, de nada adianta escrever e não espalhar para o mundo ver, certo?

Segue abaixo o link para compra e a foto da capa para vocês conferirem!

Link :www.amazon.com.br/dp/B07D6SRXF3


quarta-feira, 9 de maio de 2018

RESENHA: Perdido em Marte


Autor Andy Weir
Editora: Arqueiro
Páginas: 336
Gênero: ficção científica
Nota: 4/5

Sinopse: Há seis dias, o astronauta Mark Watney se tornou a décima sétima pessoa a pisar em Marte. E, provavelmente, será a primeira a morrer no planeta vermelho. Depois de uma forte tempestade de areia, a missão Ares 3 é abortada e a tripulação vai embora, certa de que Mark morreu em um terrível acidente. Ao despertar, ele se vê completamente sozinho, ferido e sem ter como avisar às pessoas na Terra que está vivo. E, mesmo que conseguisse se comunicar, seus mantimentos terminariam anos antes da chegada de um possível resgate. Ainda assim, Mark não está disposto a desistir. Munido de nada além de curiosidade e de suas habilidades de engenheiro e botânico – e um senso de humor inabalável –, ele embarca numa luta obstinada pela sobrevivência. Para isso, será o primeiro homem a plantar batatas em Marte e, usando uma genial mistura de cálculos e fita adesiva, vai elaborar um plano para entrar em contato com a Nasa e, quem sabe, sair vivo de lá. Com um forte embasamento científico real e moderno, Perdido em Marte é um suspense memorável e divertido, impulsionado por uma trama que não para de surpreender o leitor.

Para quem curte livros de ficção científica com uma pegada menos teórica esse é o livro! Acompanhamos aqui a rotina de Mark Watney após ele se recuperar de um acidente e se ver sozinho em Marte. Ele se vê sem comunicação com a NASA e diante de um monte de obstáculos para sobreviver. O que nos prende a essa narrativa é a forma bem humorada do astronauta e a forma como ele desenrola os problemas que enfrenta no meio do caminho. O formato de diário de bordo criado pelo autor, na minha opinião, foi uma excelente sacada para vermos toda a situação pelos olhos de Mark. 
O desenrolar da trama é bem construído e nos deixa tenso em várias situações até o derradeiro momento onde vamos descobrir se ele consegue ou não ser salvo.


quarta-feira, 25 de abril de 2018

RESENHA: Corte de Névoa e Fúria


Autora: Sarah J. Maas
Editora: Galera Records, 2016
Gênero: Ficção, literatura fantástica
Páginas: 658
Nota: 5/5

Sinopse: Neste segundo volume da série, Feyre a jovem humana que morreu nas garras de Amarantha, assume seu lugar como Quebradora da Maldição e dona dos poderes dos 7 Grão- Feéricos. Seu coração, no entanto, permanece humano, incapaz de esquecer o que sofreu para libertar o povo de Tamlin e o pacto firmado com Rhys, senhor da Corte Noturna. Mas, mesmo assim,  ela se esforça para reconstruir o lar que criou na Corte Primaveril. Então por que é ao lado de Rhys que se sente mais plena? Peça chave num jogo que desconhece, Feyre deve aprender rapidamente do que é capaz, pois um antigo mal, muito pior que Amarantha se agita no horizonte e ameaça o mundo  de humanos e feéricos.

Eu fiquei um tanto relutante em ler o segundo volume, pois li o primeiro (Corte de Espinhos e Rosas) e achei normal ( na verdade achando que era mais uma releitura de A Bela e a Fera). Mas neste segundo volume, não sei explicar o misto de emoções e sensações que liberou dentro de mim durante a leitura. 
Feyre, agora uma feérica de coração humano retorna para a Corte Primaveril com Tamlin e está em meio aos preparativos para seu casamento com ele. Porém, ela já não se sente como pertencente àquela Corte e se incomoda com isso. Além do casamento eminente ela precisa cumprir o acordo feito do Rhysand e passar 1 semana com ele na Corte Noturna. 
É aí que começa a estória. Feyre, se sentindo presa na Corte Primaveril se vê livre e acolhida com Rhys na Corte Noturna. A relação entre eles é um misto de sensações e ela não entende muito bem o que está acontecendo com ela em relação a ele e ao círculo de amigos íntimos do mesmo. 
Feyre precisa aprender a lidar com todos os poderes que recebeu dos Grão Feéricos e uma vez que decide trabalhar com Rhys  e seu grupo precisa rapidamente aprender a controlar e descobrir quais poderes herdou durante sua transforação. Ela precisa estar pronta para encarar uma ameaça maior que Amarantha e lidar com seus sentimentos, ao mesmo tempo.
A escrita da autora é muito boa e consegue prender sua atenção, pois a cada capítulo você fica com gostinho de quero mais e muitas e muitas vezes durante a leitura você se vê perguntando "Oi? Como assim?". Quem era vilão, de fato não é e o faz parecer por um motivo muito particular. A relação que Feyre vai desenvolvendo com Rhys é  crescente e a forma como ela começa a enxergar Tamlin e a Corte Primaveril vai mudando também. E novamente perguntamos "WTF?". A estória é envolvente e você fica cada vez mais preso e cativado pelos personagens.

Leia no Kindle: Leia no kindle: https://amzn.to/2s1JEuL



quarta-feira, 18 de abril de 2018

RESENHA: O Morro dos Ventos Uivantes

Autora: Emily Brontë
Editora: Landmark
Páginas: 303
Gênero: Romance de época
Nota: 5/5

Escrito em 1847, único livro de Emily Brontë, hoje é considerado um dos clássicos da literatura inglesa.
Fui instigada pela Renierè do canal Palavras Radioativas (https://www.youtube.com/watch?v=qL1tz8xoXY4&t=3s) para o Projeto #conhecendoautores a ler Emily Brontë. E por ser um romance de época, pelo período em que se passa, achei que não iria curtir. Mas, para minha surpresa, devorei o livro e adorei!
Aqui conhecemos os Earnshaw, os Linton, famílias que moram no Alto e na Granja, consecutivamente e Heathcliff no meio delas, ao ser adotado ainda pequeno pelo patriarca dos Earnshaw.
Ficamos sabendo dos dramas entre ambas as famílias através da narrativa de Nelly Dean, governanta dessas famílias. Ela conta a Mr. Lookwood, novo inquilino de uma das mansões, pois este fica curioso a respeito do seu senhorio e da estranha família que com ele vive.
Conhecemos a relação entre Catherine Earnshaw e Heathcliff e todo o drama que permeia essa relação de afeto e amizade entre eles, quando Cathy casa-se com Edgar Linton, causando assim amargura e fúria em Heathcliff, fazendo com que a relação entre eles fique abalada.
Após tentativas de vingança por tudo que sofreu nas mãos na família Earnshaw, Heathcliff enfim alcança seus objetivos , porém vive atormentado por não ter a sua Cathy, seu amor junto de si. Após sua morte ele culpa os Linton e se arma cada vez mais com justificativas e planos para se vingar de Edgar.
O que vemos neste protagonista anti herói, mas que em nada pode ser odiado pelo leitor, é uma loucura disfarçada de raiva e sede de vingança por aqueles que o fizeram sofrer toda sorte de humilhação. Vemos o vazio que sente dentro de si e ele acaba por perceber que nada disso realmente valeria a pena e faria sentido, pois não traria Catherine de volta à vida.

Leia no kindle: https://amzn.to/2s1JEuL