sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Parceria - Art&Facto e Projeto Pró Patinhas


Gente, para quem não me conhece, sou a dona da Art&Facto, lojinha online de encadernação manual artística. Sou apaixonada por gatos e há muito tempo busco fazer uma parceria do bem. Semana passada consegui!!! Com a indicação de uma amiga veterinária conheci o Projeto Pró Patinhas, de Petrópolis (RJ). E firmamos essa parceria esta semana (que irá ficar no ar ainda por um bom tempo).
Todas as peças vendidas na lojinha terão 10% do valor revertido para o Projeto Pró Patinhas. 
Contamos com a participação de todos vocês em prol dos bichanos, para que possam logo ser adotados e que nesse ínterim tenham uma vida mais confortável possível.

Nossos links:
www.facebook.com/cadernosartefacto
www.artefactocadernos.com
Instagram: @artefactorio

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Hidratantes Labiais


Olá  pessoal!!! Decidi falar um pouquinho sobre essas belezuras ai da foto. Eu adoro batom, e nessa leva oa hidratantes labiais.  Esses 3 estão  em uso por mim. Da esquerda para a direita:
1) Baby Lips da Maybelline - esse comprei tem bem pouco tempo. Oescolhi o de morango com acerola (confesso que nem foi pelo sabor e sim pela corzinha que ele dá  aos lábios ). Paguei 13,99 por ele (comprei na farmácia  mesmo). Experimentei quando cheguei em  casa. Trm um leve aroma das frutas já  mencionadas e fica uma corzinha rosada (o que é  bom porque dá  pra sair de casa com a boca hidratata e de quebra pintada :). Eu gostei desse hidratante por todos os motivos já  explicados e, principalmente,  porque cumpre sua função. 

2) Lip Butter - esse foi um dos primeiros que comprei. E eu amo!!!! É  lá  da Empório Body Store, o meu é  de blueberry, tem diversos aromas, mas esse me conquistou. Ele é  tipo um cremezinho, passa com os dedos mesmo, rs. E dura muito gente!  Eu uso ele o dia todo  praticamente  (ainda mais nesse calor absurdo que faz no Rio de Janeiro). O que eu mais gosto nele é  a duração,  às vezes  passo antes de dormir  e de manhã  quando acorod ainda sinto ele nos lábios  e hidrata muito. Super recomendo.  Ahn, preço  dele atualmente é  23,00.

3) Nivea, sabor menta. Esse anda direto na minha bolsa. É  bom pra usar quando você  sente que a boca está  ficando ressecada, e ainda dá  pra passar batom por cima tranquilamente. Eu gostei muito dessa versão  refrescante,  pois além  de hidratar é  refrescante. É o que  mais recomendo para o verão  intenso que vi emos aqui. Não  lembro exatamente quanto  paguei, mas por volta de 12,00.

E vocês, já  experimentaram algum desses? Curtem hidratantes labiais? 

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

A Rainha Vermelha - Resenha


Título: A Rainha Vermelha
Autora: Victoria Aveyard
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 424
Lançamento: 16/06/2015


SinopseUma sociedade definida pelo sangue. Um jogo definido pelo poder.
O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.


Aos amantes de livros, visitar livrarias é quase uma obrigação, rs Nessas minhas visitas sempre batia o olho em "A Rainha Vermelha" e pensava "Sobre que será?". E vamos combinar que a capa divina é o que primeiro chama atenção nele. Resisti um pouco até comprá-lo, mas foi bem pouco, rs. 
Como quase todo livro, começa sutil, devagar e pensei "deve ser mais um livro mais ou menos". Como me enganei... 
Confesso que fiquei um pouco confusa no primeiro capítulo, até me ambientar na trama. Mas depois ficou mais claro. A trama se passa em uma sociedade dividida: os Vermelhos (podres, condenados à uma vida de miséria e nenhuma expectativa de melhorias, de sangue vermelho) e os Prateados (nobres, ricos, poderosos e governantes, de sangue prateado). 
Mare Barrow, a protagonista é uma adolescente vermelha, que não possui nenhuma aspiração profissional, sua atividade é roubar tudo que pode (o que faz com que tenha que ir para as linhas de combate, sem questionar quando convocada). Mare não aceita o sistema em que vive, acha injusto o modo de vida à qual é destinada a viver junto a sua família.
Porém, em meio às confusões as quais se envolve acaba conseguindo um emprego no Palácio como mais uma das empregadas da realeza à qual deve servir sem questionar e nem mesmo dirigir a palavra. Mas, durante um importante evento, Mare ganha os olhares dos nobres ao, de repente, demonstrar um poder que cabe somente aos prateados.
O que dizer ao mundo dos prateados e poderosos que uma simples vermelha, empregada do Palácio possui um poder? Mare se vê então, presa às intrigas e tramas do Palácio e os que nele vivem. Sua vida passa a depender de assumir uma identidade que não é sua e ao mesmo tempo lutar por sua causa sem que desconfiem de sua participação.
A autora, Victoria Aveyard, coloca em sua trama (muito bem escrita) questões de divisões sociais, ânsia por poder e tê-lo a qualquer custo, a revolta e aceitação de uma minoria que não tem escolha por não fazer parte do grupo dominante e que está destinada a viver à mercê da nobreza.



"Todo mundo trai todo mundo", é o que Mare Barrow aprende ao longo de sua nova vida no Palácio e ao longo de sua luta contra um mundo plástico e maior igualdade entre vermelhos e prateados. Tendo assim que agir como se fosse um deles.




O desenrolar da trama te faz querer ler mais e não largar o livro enquanto não chegar a última página. É um misto de emoções como revolta, medo, injustiça, angústia e esperança. O texto vai crescendo conforme avança e te faz querer toda a sequência.

E você, já leu? O que achou? 



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Palermo/Roma - último dia

E último dia de Itália!
Tomamos café da manhã cedo. O dono do hotel chamou o táxi para gente e lá fomos nós. Nosso vôo para Roma estava marcado para meio dia. Praticamente uma ponte aérea. Depois de pegar as malas, saímos de um Terminal para o outro e fomos almoçar porque ainda nem duas da tarde era e o vôo para o Rio era só às 21:50hs. Chá de aeroporto.
Almoçamos bem e pagamos barato (6 euros cada prato, um risoto de funghi e uma lasagna bolonhesa) mais as 2 coca colas. Ficamos num cantinho, prendemos as mochilas e malas entre as pernas e braços para cochilar um pouco, rs. Mas não durou muito. Fizemos um lanche e resolvemos despachar as bagagens (já tinha feito o check in online).
Malas despachadas, partimos para o duty free, fizemos umas comprinhas básicas e ficamos lá sentados no saguão aguardando nosso vôo de volta para o Rio.
Roma é linda demais! Palermo é muito maior do que imaginava. E, ambas cidades, quero voltar um dia.

Palermo - dia 03

Último dia em Palermo. Hoje foi dia de sítio arqueológico: Castellamare, no porto da cidade. Estávamos bem pertinho, caminhada de 15 minutos mais ou menos. E para o lado oposto de onde fomos dia anterior. Pagamos coisa de 3 euros para entrar. Não é uma área imensa, mas você pode ver toda a fortificação (e lá você não pode colocar nada no chão pra fazer fotos porque eles ficam de olho mesmo, rsrs. Um senhorzinho chamou nossa atenção no dia anterior lá na Cuba). Eu adorei lá, tudo gramado e florido. Parecia um campo de flores de frente para a Marina de Palermo :-)
Depois disso, contornamos o sítio por fora para dar uma olhada em uma construção que fazia parte dele, mas não estava aberto para visitar, e ficamos um pouco sentados observando a Marina, os barquinhos de pesca todos azuis e branco. Uma paisagem bonita, pena que foi o único dia que amanheceu nublado e só foi abrindo um pouco pra de tarde. Sem pressa, seguimos por outro caminho e encontramos uma igrejinha de 1500 ali, entramos para visitar. Muita obra de arte, a igrejinha vazia só tinha nós dois (depois entrou um casal, mas não demoraram muito). Tiramos umas fotos e seguimos em frente. Passamos por uma das Portas da cidade (Porta Felice, do século XVI), no caminho para encontrar a Via Vittorio Emmanuele encontramos uma micro loja de terracota. Não resistimos e entramos, e lógico, trouxemos uma de lembrança de viagem. Paramos logo à frente em uma pizzaria para almoçar (não tem como não resistir ao cheiro!). Depois de comer fui procurar uma loja de encadernação que tinha visto pela internet... Custamos um pouco a achar. É um pouco escondida, embora seja uma pracinha. Comprei uma agenda pra mim e uma lembrancinha lá. A outra loja que tinha pego o endereço já não existe mais.
De lá fomos a uma lanchonete só de batata frita, rs e levamos para comer no hotel, mas paramos na lojinha de cerâmica de novo, rsrsrsrs. Fizemos uma parada no hotel para um breve descanso, guardar as compras, banho e ao cair do dia saímos de novo. Fomos passear sem rumo. Passei em uma loja de cosméticos quase na esquina do hotel p/ comprar umas lembrancinhas) e  fomos até o Teatro Politeama de novo (fomos conferir a programação, se tivesse algo à noite iríamos tentar ir, mas não tinha nada, só na semana seguinte). Fomos caminhando pela rua principal (cheia de lojas de marcas, sebos no canteiro central, restaurante e prédios bonitos) até uma sorveteria para o último sorvete italiano da viagem. Nem deu para ver mais nada, pois o comércio fecha por volta de 20:30hs. O jeito então foi tomar o sorvete e voltar para o hotel. Arrumar as malas e deixar tudo pronto para o dia seguinte.





Palermo - dia 02

Adorei o café da manhã da Casa Galati (pão, bolos, doces, café, capuccino, frios e etc), simples, mas bem gostoso. Munida de mapa (que o dono me deu) foi melhor. Fomos direto ao Quattro Canti para começar a programação. Trata-se de um cruzamento onde as 4 esquinas tem a mesma construção (somente uma delas é uma Igreja, que só descobrimos no último dia quando vimos aberta e entramos à noite, muito linda por dentro).
Dali seguimos em frente até a Catedral de Palermo (que não pudemos entrar porque estava em restauração), mas se por fora já é um espetáculo, fico imaginando por dentro. Os jardins são bonitos,  cheios de laranjais e bancos por todo o entorno (tinha era muito estudante por aí, pois ao lado tem uma escola bem grande). Em frente encontrei uma loja de cerâmica típica da região, fiquei encantada (e claro que comprei umas coisinhas, inclusive uma caneca para minha coleção).
Dali em diante passamos por uma manifestação estudantil (fiquei meio receosa de ficar no cantinho da calçada esperando eles passarem, rs). Não entendemos uma palavra do que protestavam porque falavam em dialeto siciliano, rsrsrs.
Fomos caminhando até a praça em frente ao Parlamento. Que praça gracinha. Muitas árvores, bem cuidada, muitas laranjas e figo da Índia. Fomos por dentro da praça, pra ver e tirar fotos. Pela rua na lateral seguimos para a Chiesa San Giovanni degli Eremiti (o que me impressionou foram as entradas das casas, direto na calçada - que muitas vezes é estreita demais - mas são bem charmosas). A parte de visitação da Igreja é a que era uma Mesquita. A entrada foi 3 euros (se não me engano), e você visita duas salas onde deveriam ser os cultos (teto bem alto, tudo de pedra, bem bonito) e os jardins. Ahn, o átrio! Eu fiquei apaixonada! Adoro esse tipo de construção! Passeamos, fotografamos e aproveitamos pra descansar um pouquinho também, rs. Quando saímos de lá passamos pelos fundos do Parlamento (pode-se visitar, mas achamos caro a entrada e estávamos já na fase de contar a grana pra durar até o fim, rsrsrsrs). Paramos em um restaurante em frente p/ comer (não foi o mais barato, mas a fome estava chamando e não tinha outro lugar à vista). Pedi o arancini (croquete de risoto recheado, típico da região). Gostei bastante, mas achei um pouco pesado (não consegui nem experimentar um doce depois).
Fomos em frente rumo à Cuba (outra construção árabe). Passamos em frente a Fonte dos Dragões, eu parei para ver o gato que estava deitado no meio da escultura. Daí uma senhora veio falar conosco para ficar um em cada ponta da parede (a fonte tinha uma grade separando ela) e alguém falar em um dos buracos na parede que a pessoa na outra ponta ia ouvir. E não é que funciona? Telefone sem fio da Antiguidade, rsrsrs.... Continuamos o caminho, passamos em frente à Necrópole Púnica *que fica dentro do quartel dos Carabinieri) e logo chegamos a La Cuba. Pagamos 2 euros a entrada pra visitar a Cuba e a Necrópole. Fotos e fotos, e foi muito legal poder entrar em uma das escavações :-)
A última parada do dia foi a Catacumba dos Capuccinos (bem longe de onde estávamos e uma área um pouco esquisita). Quando chegamos lá estava fechado p/ hora da sesta (só voltava às 14hs - ou por aí). Daí entramos numa lanchonete para um café. Quando voltamos eles estavam abrindo e já tinha uma excursão lá esperando, rs.
Foi uma experiência única e diferente pra mim. O subterrâneo da Igreja dos Capuccinos é onde ficam os corpos embalsamados das pessoas que ali fora enterradas. É algo impressionante. Você vê, alguns pendurados em nichos em pé, outros deitados. A preservação que é o mais impressionante. Dá sensação de alguns a qualquer momento vão abrir os olhos e falar com você. É possível ver cabelo, unha, roupas preservadas e tudo o mais. Nos corredores tem lápides de pessoas que estão enterradas, brasões de famílias, de nobres e tal. No último corredor fica a mais famosa das Catacumbas, a Bela Adormecida (uma menina de 2 anos que morreu de pneumonia e o pai pagou o embalsamento e até hoje é preservada em câmara e tudo o mais. Pode soar macabro, mas parece uma boneca de cera. Ela foi uma das últimas a ser enterrada ali, em 1920. O primeiro corpo a ser enterrado foi de um frei capuccino em 1599, e é o primeiro exposto no primeiro corredor. É algo indescritível que vale muito fazer a visita. De lá, nós voltamos, à pé para o hotel. No meio do caminho paramos na loja de cerâmica para as compras e em uma lanchonete para comprar um sanduíche de salame e o canoli (doce típico da Sicília, e que é maravilhoso!). Fizemos nosso lanche no hotel mesmo, pois já chegamos no hotel no cair da noite. Lá (pelo menos nessa época) fecham tudo por volta de 20:30hs. O cansaço era tanto que fizemos nosso lanche e voltamos por quarto para descarregar as fotos, postar alguma coisa e falar com pessoal de casa.




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Palermo - dia 01

E madrugamos. De pé às cinco da madruga. Café da manhã sonolento, noite lá fora, mas fomos rápidos e conseguimos em 1 hora fazer tudo o necessário. Às 06 da manhã em ponto o taxista chegou (o que pegamos contato em um dos dias que precisamos pegar táxi). Andamos por uma Roma ainda adormecida. Chegamos no Fiumicino o Sol estava querendo dar o ar da graça. Como já tínhamos feito o check in na internet foi mais rápido. Despachamos logo as malas e fomos pro embarque. Enquanto aguardávamos no salão de embarque (que o bilhete dizia que era um portão, mas que não estava confirmado ainda, e fomos descobrir que era outro no extremo de onde estávamos 5 minutos antes de abrir o portão pra embarcar, rs). comemos aquele croasaint maravilhoso que eles tem lá. Nome da lanchonete: Mercedes Benz, isso mesmo, da famosa e caréssima Mercedez, do outro lado era o da Ferrari, rsrs.
Enfim, lá fomos nós para nosso vôo rumo a maior cidade da Sicília: Palermo. O vôo é de 50 minutos e mal deu para cochilar (mas consegui, rsrs). Serviram um biscoitinho muito gostoso (opção entre doce e salgado) e suco, água ou coca cola. A paisagem lá do alto é bonita! Pena que com muita nuvem não deu pra ver muito os contornos da ilha.
O desembarque foi rápido, pegamos logo as malas e fomos de táxi (porque o aeroporto também é bem longe do centro histórico). Lá também a corrida é tabelada. E o visual foi maravilhoso! Dia de Sol, sem nenhuma nuvem no céu... de um lado um mega paredão rochoso e do outro o mar da Sicília. Encantador!
A rua do B&B é bem estreita, passa um carro só, e olhe lá. Uma portinha pequena com o nome e uma campainha. Toquei avisando que era hóspede, quando abri a porta, um micro hall e um elevador (coisa de italianos mesmo, rsrsrsrs). O B$B Casa Galati é um andar só, com poucos quartos, super fofo e donos (pai e filho) uns amores de pessoa. Nos receberam muito bem e nos deixaram bem à vontade. Marco, o dono do lugar foi super solícito, nos ofereceu um cafezinho enquanto aguardávamos o quarto ficar pronto e nos deu um mapa e dicas do lugar e tudo mais. Super recomendo caso desejem ir à Palermo.
O quarto também bem limpo e super bonitinho. Ar condicionado e aquecedor, cama de casal, armário, mesas de cabeceira, cadeiras, mesa e tv. Ahn, na mesa uma bandeja com 2 canecas, chaleira elétrica e sachês de chá (adoreeeei). Banheiro também, simples e limpo. Foi uma escolha acertada.


Roma - dia 08

Infelizmente nosso última dia em Roma. Parada do dia: Feira de Antiguidade de Porta Portense. Fomos à pé, é claro. Achando a feira.... o início dela era realmente de antiguidade, e fomos nós caminhando, vendo as barracas e tudo o mais (não encontramos nada interessante para trazer). Você anda, anda, anda e parece que não tem fim. A impressão é que as barracas se multiplicam, rs. E, olha, tinha de tudo que se possa imaginar, brechó, roupa nova, usada, calcinha, sutiã, cueca, aviamento, calçados novos e usados, artigos militares, barraca de lanche, italiano, indiano, paquistanês nas barracas! Uma loucura! Hahahaha... Comprei um par de luvas de couro por lá (10 euros!!!). Compramos umas coisinhas, mas logo estávamos doidos pra sair dali. Muita muvuca, e uma gritaria que só dos donos das barracas querendo atrair clientes, rs. Aí você imagina um Saara (centro de comércio popular aqui no Rio de Janeiro) com o dobro na gritaria para ganhar clientes. Realizou? Então.... fomos seguindo em frente pra sair de lá (não sabíamos mesmo onde sairíamos) porque voltar seria impossível, era muito fazer o caminho de volta.  Por fim encontramos o final. Paramos para observar e percebemos que não fazíamos ideia de onde estávamos, rs. Mas, por sorte nossa, encontramos o rio! Hahaha.... E lá fomos nós seguindo por ele, até descobrir que estávamos numa outra parte do Trastevere (sentindo que é destino....rsrs). Optamos por comer no apê, porque era o último dia e tinha comida para almoço e janta. E não podíamos deixar perecível lá né! Mas chegamos no apê já quase 2 da tarde. Fizemos nosso macarrãozinho (que compramos o pcte de meio quilo por 0,50 centavos de euro no Carrefour express) com molho de tomate e muzzarela de búfalo. Demos aquela descansadinha básica depois do almoço e partimos arrumar mala, ver o que faltava comprar, se faltava alguma lembrancinha além das que tínhamos combinado de comprar hoje. Assim, a minha mala lotou! Mas tudo bem.... ainda tinha que entrar coisa, rs. Falei com o povo de casa e no fim da tarde partimos pras lojinhas perto da estação do metrô Ottaviano. Fomos à pé.... passamos de novo pela Piazza San Pietro (e nunca cansamos de admirar a grandiosidade e beleza), passamos pela entrada dos museus e chegamos nas lojinhas e camelôs. Até que fomos rápidos nas compras, pois já sabíamos o que queríamos. E pra fechar o dia, ou melhor, a noite, tomamos aquele sorvete artesanal esperto e gostoso (só uns 15 graus e tomando sorvete, rsrs).
De volta no apê, matamos a sobra do almoço e fomos "brigar" com as malas para guardar tudo. Coube, mas com muito esforço, rs. Arrumamos o apê para devolver do jeito que encontramos e para o dono não achar que somos bárbaros, rsrsrs. Por último foi levar o lixo até a caçamba mais perto (tínhamos que descer a rua, atravessar uma rua larga tipo Av. Pres. Vargas e seguir em frente mais um pouco) com 3 sacolas de lixo, rsrsrs..... Mas, faz parte né!
De volta ao apê, foi comunicar com povo de casa, passar horário do vôo de Roma para Palermo (Sicília) e dormir porque às 5 da madruga tínhamos que estar de pé!
 (Essa é a entrada do prédio onde ficamos, a janelinha cortada ali na foto era a nossa janela)

 (O começo da feira de antiguidades de Porta Portense).

 (Uma das ruas do Trastevere)

 (Um dos diversos restaurantes no Trastevere)

Roma - dia 07

Hoje foi o dia fora de programação, porque, teoricamente, iríamos à Florença. A passagem cara nos presenteou com mais um dia em Roma (nem reclamo, rsrs).
Dia sem pressa, sem hora e podendo descansar mais um pouco! Mas mesmo assim, por volta de 8:30 já estávamos de pé, preparando café da manhã e checando novidades e informações (do atentado em Paris) na internet.
Fomos matar a curiosidade: conhecer a Isola Tiberina, incrível, mas é isso mesmo, uma ilha no meio do rio Tibre, e nem longe de onde estávamos. O acesso à ela é por uma das diversas pontes que cortam o rio. A ilha abriga um hospital, em frente há uma igreja (que depois descobri que era um antigo templo em homenagem a Esculápio (nada propício né?), uma farmácia e um restaurante. E é bem grandinha.
Como por todo o Tibre, nela também tem escadas que dão acesso a um largo calçadão margeando o rio. Descemos e fomos contornar a ilha. Você pode passear por ela toda, com restrição, é claro, ao hospital. Lá embaixo, principalmente pros fundos do hospital, achamos um pouco abandonado, com lixo, sujo e em algumas partes com muito mato. Parecia dormitório de mendigo. À noite não parece muito sugestivo ficar circulando por ali (até porque a iluminação de rua lá é bem pouca). Porém, o visual é lindo! É uma outra forma de se olhar a cidade. Dali do lado de fora, a gente pode ver as muralhas do hospital e de repente você se pega pensando em como seria o movimento ali uns mil anos atrás. Tão perto e tão longe do burburinho da cidade.  Se aquele hospital é bom e com boas instalações ali deve ser um bom lugar para se internar (sei que a ideia não soa boa, mas para pessoas doentes um lugar tranquilo colabora). O som das águas do rio deve fazer bem (fico imaginando em um dia de chuva, e quando neva deve ser bonito de se ver).
Passamos a manhã ali, fuçando, caminhando, conhecendo e fotografando.



Dali nós voltamos pelo Trastevere (De novo? Sim, de novo, rsrsrs. E não me canso). Bairro sempre agradáve (de dia ou de  noite). Ruas estreitas que de repente se abrem em uma praça, studios de tattos (me segurei pra não entrar e fazer uma, rs), lojas caras, perfumarias artesanais, salumerias, camelôs, pessoas de bike disputando espaço com mesas de restaurantes nas calçadas, lambretas por todos os cantos, apartamentos à venda.... Tudo tem ali (inclusive varais de roupa de uma janela a outra - de um prédio para outro em frente). Paramos em um restaurante chamado "Carlo Menta", com um carro antigo na porta atraindo o pessoal.  Almoçamos ali (e novamente não achamos caro, dois pratos de massa, 2 bebidas (coca cola e ice tea), e sobremesa da casa, pagamos 35,00 euros. Super recomendo). Depois do almoço fomos passeando por dentro do bairro mesmo, por ruas diferentes dos outros dias até chegarmos no apê. Baixamos fotos, vídeos, entramos em contato com o povo de casa e aproveitamos pra tomar um café em casa também. Decidimos comprar umas coisinhas para trazer no dia seguinte, domingo, último dia em Roma. Passamos o fim da tarde e noite no apê mesmo (passamos só no mercadinho pra comprar chocolate e algo para comer dia seguinte).


Roma - dia 06

E chegou a sexta-feira! A semana voou e nós entramos no ritmo acelerado da cidade eterna. O único compromisso que tínhamos hoje era a apresentação do Poster do Davi no Congresso, na Sapienza (genteeeeeeee, muito chique isso! A mais famosa... adorei o campus!). Conseguimos acordar um pouquinho mais tarde para descansar. Porém, como queríamos ir à pé, saímos cedo do apê.
E era sexta-feira, e sexta feira 13. Em Roma! Maravilha! Heheheheh... Adoro sexta-feira 13 :-)
Fomos caminhando, beirando o Tibre, como sempre, e seguindo nosso super mapa companheiro de todas as horas, rs. Mas depois de andar bastante (bota aí uns 50 minutos), estávamos um pouco cansado, quando nos deparamos com uma ladeira na Via Cavour, foi o momento de realmente optar pelo táxi. Estávamos perto do Termini, e ainda tinha uma boa caminhada pela frente. Ficamos preocupados com o horário. E lá fomos nós de táxi (pagamos 8 euros), foi um trecho pequeno.
Gente, fiquei apaixonada pela Sapienza (eu já tinha ouvido falar, já tinha fuçado o site deles, visto tudo que tinha pra ver online, uns anos atrás, mas nada dessas coisas te prepara mesmo para o que se vê - como tudo em Roma). Enfim, a apresentação foi super legal, fizemos uns contatos e estamos pensado em ir a outra Conferência daqui a um tempo.
Compromisso terminado fomos caminhando até o Termini, dessa vez sem pressa. Entrei em uma farmácia (queria ver se era tão legal como as de Buenos Aires, rs), e saí de lá com um óculos (para colocar grau) novo! Chique agora com óculos italiano, rsrsrs (paguei 9,90 euros, rs).
Só que assim, ali é meio esquisito mesmo. É um terminal imenso! Tem de tudo: ônibus regular, ônibus de turismo, trem, metrô e muita, mas muita gente circulando (e, obviamente, os espertinhos também). Nós entramos na estação na expectativa de comprar bilhetes para Florença, para um bate e volta no sábado. Paramos nos terminais de auto atendimento, ficamos esperando porque tinha um ser meio esquisito rondando, quando ele sumiu fui tentar comprar as passagens. Em vão. Achei caro para passar só um dia. Até procurei outras cidades próximas, mas além de achar caro vi um aviso nos terminais nada convidativo: um alerta para tomar cuidado com os batedores de carteira (tá, eu já tinha lido isso em muitos lugares, mas p/ ter aviso dentro do próprio terminal não é legal, vamos combinar). Optamos por não ir à outro lugar e passar o sábado em Roma (sempre tem o que fazer!).
Fomos caminhando e vimos um quiosque de lanches do outro lado da rua com uma placa indicando que existia ali deste tipo 1700 e alguma coisa, se não me engano, pensamos duas vezes, queríamos comer ali, mas as mesas eram na rua, íamos ter que abrir bolsa pra pegar dinheiro e tal.... e com todos esses alertas, desistimos, rs. Paramos nas bancas de livros (sebos mesmo), compramos umas coisas e seguimos adiante. Eu quis cometer um 'desatino', como diz Davi, rsrsrs... experimentar o McDonalds de Roma. Isso aí (não me xinguem, rsrs). Tinha um perto e fomos lá. Pedi duas ofertas do Piemonte (um sanduíche grande, de pão artesanal, uma boa carne, bacon, queijo, presunto, molho gostoso e umas folhinhas que aqui é alface, lá é a cassandra (gente não sei qual o nome aqui, mas parece uma mini rúcula). Acompanhado de batata frita, e trocamos o refri pelo suco de laranja (foooorte pra caramba o sabor). Gostei do combo, mas não ia voltar lá com tantas pizzarias e tratorias espalhadas não é mesmo? Sem querer encontramos uma sorveteria artesanal que é uma kombi vintage, super bonitinho, mas como o estômago estava cheio não paramos. Iríamos encontrar outras sorveterias pelo caminho. Voltamos sem pressa para o apê, já devia ser quase 4 da tarde. Pegamos uma rua no sentido contrário, mas logo percebemos e voltamos, rsrsrs. Achamos o Tibre e voltamos margeando ele até o Trastevere, e daí em diante voltamos por dentro do bairro. Encontramos uma loja de encadernação que fiquei completamente louca por ela. Minha vontade era trazer tudo! Hehehehe... compramos umas lembrancinhas e seguimos pro apê. No caminho tinha umas confeitarias lindas, rsrsrs... Mas gente, por mais viciada em açúcar que eu seja, não consegui comer tudo que vi pela frente. Chegamos em casa já noite.... O cansaço era tanto que foi banho e jantar a sobra do dia anterior (risoto de funghi). Baixar foto, comunicar com o povo em casa. E descobrir que ocorreu o atentato em Paris (Bataclan). E não ouvimos nada nas ruas de Roma. E sim, o alarde que se faz pelo jeito é mais aqui do que lá. Mas, sabíamos que dia seguinte veríamos muito mais policiamento nas ruas (ainda mais hospedados a minutos do Vaticano).