quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Roma - dia 07

Hoje foi o dia fora de programação, porque, teoricamente, iríamos à Florença. A passagem cara nos presenteou com mais um dia em Roma (nem reclamo, rsrs).
Dia sem pressa, sem hora e podendo descansar mais um pouco! Mas mesmo assim, por volta de 8:30 já estávamos de pé, preparando café da manhã e checando novidades e informações (do atentado em Paris) na internet.
Fomos matar a curiosidade: conhecer a Isola Tiberina, incrível, mas é isso mesmo, uma ilha no meio do rio Tibre, e nem longe de onde estávamos. O acesso à ela é por uma das diversas pontes que cortam o rio. A ilha abriga um hospital, em frente há uma igreja (que depois descobri que era um antigo templo em homenagem a Esculápio (nada propício né?), uma farmácia e um restaurante. E é bem grandinha.
Como por todo o Tibre, nela também tem escadas que dão acesso a um largo calçadão margeando o rio. Descemos e fomos contornar a ilha. Você pode passear por ela toda, com restrição, é claro, ao hospital. Lá embaixo, principalmente pros fundos do hospital, achamos um pouco abandonado, com lixo, sujo e em algumas partes com muito mato. Parecia dormitório de mendigo. À noite não parece muito sugestivo ficar circulando por ali (até porque a iluminação de rua lá é bem pouca). Porém, o visual é lindo! É uma outra forma de se olhar a cidade. Dali do lado de fora, a gente pode ver as muralhas do hospital e de repente você se pega pensando em como seria o movimento ali uns mil anos atrás. Tão perto e tão longe do burburinho da cidade.  Se aquele hospital é bom e com boas instalações ali deve ser um bom lugar para se internar (sei que a ideia não soa boa, mas para pessoas doentes um lugar tranquilo colabora). O som das águas do rio deve fazer bem (fico imaginando em um dia de chuva, e quando neva deve ser bonito de se ver).
Passamos a manhã ali, fuçando, caminhando, conhecendo e fotografando.



Dali nós voltamos pelo Trastevere (De novo? Sim, de novo, rsrsrs. E não me canso). Bairro sempre agradáve (de dia ou de  noite). Ruas estreitas que de repente se abrem em uma praça, studios de tattos (me segurei pra não entrar e fazer uma, rs), lojas caras, perfumarias artesanais, salumerias, camelôs, pessoas de bike disputando espaço com mesas de restaurantes nas calçadas, lambretas por todos os cantos, apartamentos à venda.... Tudo tem ali (inclusive varais de roupa de uma janela a outra - de um prédio para outro em frente). Paramos em um restaurante chamado "Carlo Menta", com um carro antigo na porta atraindo o pessoal.  Almoçamos ali (e novamente não achamos caro, dois pratos de massa, 2 bebidas (coca cola e ice tea), e sobremesa da casa, pagamos 35,00 euros. Super recomendo). Depois do almoço fomos passeando por dentro do bairro mesmo, por ruas diferentes dos outros dias até chegarmos no apê. Baixamos fotos, vídeos, entramos em contato com o povo de casa e aproveitamos pra tomar um café em casa também. Decidimos comprar umas coisinhas para trazer no dia seguinte, domingo, último dia em Roma. Passamos o fim da tarde e noite no apê mesmo (passamos só no mercadinho pra comprar chocolate e algo para comer dia seguinte).


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